O DIA DA CIRURGIA
Acordei muito nervosa, tinha que estar no hospital às 10h da manhã. Foi o meu marido que me levou. Dei entrada e uma enfermeira pediu- me para vestir uma bata e umas cuecas “super sexys”, mediu-me a tensão (que é sempre mais para o baixo), colocou-me o soro, pesou-me e entretanto chegou uma outra a dizer que o DR. Edgardo já estava à minha espera!!! Bem, aí o meu coração acelerou!!!! Mas ainda bem que o tempo de espera foi pouco, assim não me deu tempo para magicar mais!
Depois, não é preciso dizer mais nada, o “escultor” começou a fazer o seu trabalho, que, digamos, está magnifico!
A cirurgia demorou cerca de 3 horas, quando acordei estava completamente zonza, sem saber muito bem onde estava… só mais tarde é que comecei a ter noção de tudo e aí lembrei-me : “ Ah, sim fui operada!!! Já acabou? Parecia que ainda há uns minutos atrás, o médico me estava a marcar e a conversar comigo…” Primeira etapa concluída!
Levaram-me para o quarto e lá estava o meu marido à minha espera, foi tão bom vê-lo ali à minha espera, um reconforto muito grande, apesar de ainda continuar um pouco confusa.
Olhei por baixo da bata para as minhas novas “ mamas” nem queria acreditar… não eram as mesmas, pequeninas, jeitosinhas! Pensei que poderia ficar com negras, mas nada, tudo perfeito!
O médico passou pelo quarto para saber se eu estava bem.
Foi com muito custo meu que fiquei lá sozinha, o meu marido tinha que voltar para casa e ir buscar os nossos filhos que ficaram em casa da minha cunhada. Nesse dia e noite seguinte não me pude levantar da cama, até porque as minhas tensões arteriais estavam baixas e podia cair.
Escusado é dizer que nessa noite quase não dormi, a posição na cama não era boa, sempre deitada de costas, não podia virar para lado nenhum, os fios dos drenos, também incomodavam ( pois, tinha um dreno em cada peito, que o médico só me iria retirar quando deixassem de sair” porcarias” lá de dentro). Por volta das 4h da manhã senti umas dorzitas, nada de grave, chamei a enfermeira e deu-me uma injecção na nádega, dali por um bocado já não doía nada. Posso dizer que este o único momento que senti um pouquito de dor.
Acordei muito nervosa, tinha que estar no hospital às 10h da manhã. Foi o meu marido que me levou. Dei entrada e uma enfermeira pediu- me para vestir uma bata e umas cuecas “super sexys”, mediu-me a tensão (que é sempre mais para o baixo), colocou-me o soro, pesou-me e entretanto chegou uma outra a dizer que o DR. Edgardo já estava à minha espera!!! Bem, aí o meu coração acelerou!!!! Mas ainda bem que o tempo de espera foi pouco, assim não me deu tempo para magicar mais!
Depois, não é preciso dizer mais nada, o “escultor” começou a fazer o seu trabalho, que, digamos, está magnifico!
A cirurgia demorou cerca de 3 horas, quando acordei estava completamente zonza, sem saber muito bem onde estava… só mais tarde é que comecei a ter noção de tudo e aí lembrei-me : “ Ah, sim fui operada!!! Já acabou? Parecia que ainda há uns minutos atrás, o médico me estava a marcar e a conversar comigo…” Primeira etapa concluída!
Levaram-me para o quarto e lá estava o meu marido à minha espera, foi tão bom vê-lo ali à minha espera, um reconforto muito grande, apesar de ainda continuar um pouco confusa.
Olhei por baixo da bata para as minhas novas “ mamas” nem queria acreditar… não eram as mesmas, pequeninas, jeitosinhas! Pensei que poderia ficar com negras, mas nada, tudo perfeito!
O médico passou pelo quarto para saber se eu estava bem.
Foi com muito custo meu que fiquei lá sozinha, o meu marido tinha que voltar para casa e ir buscar os nossos filhos que ficaram em casa da minha cunhada. Nesse dia e noite seguinte não me pude levantar da cama, até porque as minhas tensões arteriais estavam baixas e podia cair.
Escusado é dizer que nessa noite quase não dormi, a posição na cama não era boa, sempre deitada de costas, não podia virar para lado nenhum, os fios dos drenos, também incomodavam ( pois, tinha um dreno em cada peito, que o médico só me iria retirar quando deixassem de sair” porcarias” lá de dentro). Por volta das 4h da manhã senti umas dorzitas, nada de grave, chamei a enfermeira e deu-me uma injecção na nádega, dali por um bocado já não doía nada. Posso dizer que este o único momento que senti um pouquito de dor.

Vou fazer a cirurgia de redução e estou tão nervosa. Tenho 20 anos e sempre foi alvo de gozo por causa do meu peito.
ResponderEliminar*fui
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